Archives for Psicodrama

O psicodrama transformador na mudança terapêutica: diretrizes e recomendações

Moreno, o criador do psicodrama, percebeu ainda no início do século XX que tanto os indivíduos quanto as estruturas sociais necessitavam de ajuda. Desenvolveu as bases filosóficas para uma ação transformadora do ser humano inserido em seu ambiente sociocultural, apoiado na convicção de que a criatividade poderia maximizar o potencial individual e coletivo. Porém, com a mudança paradigmática do final do século, a sociedade passou a conviver com o imprevisível, perdendo a tranquilidade dada por parâmetros de certeza. Esse novo modelo confirmou as bases filosóficas do psicodrama, ao considerar que todo conhecimento resulta do intercâmbio social e, portanto, da interdependência
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A dinâmica do grupo e suas leis

O Psicodrama está intimamente ligado ao trabalho com grupos. MORENO, (1993, 1994) a partir de estudos sociométricos, apresentou princípios que regem o funcionamento dos grupos e de seus participantes. No atendimento de grupos terapêuticos, estes referenciais facilitam ao diretor acompanhar a riqueza da vida do grupo. No entanto, para escolher o caminho mais profícuo para a promoção do desenvolvimento dos participantes, o diretor precisa considerar os elementos necessários para que a experiência grupal favoreça mudanças terapêuticas. Neste capítulo, retomamos alguns aspectos da teoria de J. L. MORENO, visando facilitar ao diretor um momento muito produtivo para o grupo, que é
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Atualidades em disforia de gênero, saúde mental e psicoterapia

RESUMOA crescente visibilidade da comunidade de indivíduos transgêneros tem despertado interesse entre os profissionais de saúde para uma prática baseada no conhecimento dessa população (competências clínicas, conhecimento das normas de cuidados) e, principalmente, em competência cultural. A existência de dois gêneros (masculino ou feminino) foi questionada por novo paradigma (conceito de sexo não binário e diversidade de expressão da identidade de gênero). Nesse novo paradigma, as opções de acompanhamento para aqueles que desejam adequação física e do papel social de gênero são: terapia hormonal e cirurgias para adequação de características sexuais secundárias ou mais amplas ­ com a clareza de que a não conformidade entre o sexo atribuído ao nascimento e a identidade de gênero não é, por si só, patológica. Intervenções
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